domingo, 3 de outubro de 2010




A alvorada da alma aquece o sol das entranhas,

beijo o vento e me espalho no dia,
resfrio-me nas montanhas e me perco na noite.
Entrego-me ao luar,
refugio-me no encontro dos versos,
deixo gozo e esplendor,
no rastro de um poema.
Na janela, fico afoita,
sou flor, luz e amor,
misturo-me com as letras,
transformo-me em colheita,
de amor e beleza,
nas mãos de um Poeta.

Adriana Simeão



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